| O que é conferido |
Depende do tempo e do conhecimento da equipe: pode ir do total e do vencimento até cada item contra o contrato. Com sistema próprio, também as chamadas e o custo por linha. |
O que for lançado nela. Com totais, aparecem as variações de valor; item por item, depende de alguém lançar ou importar o detalhamento. |
O que o contrato com o fornecedor define. Vale pedir a lista de itens conferidos, por escrito, antes de contratar. |
| Quem contesta |
A própria equipe, que abre e acompanha cada contestação na operadora. |
Alguém da empresa. A planilha aponta a diferença, mas não contesta. |
Depende do contrato: o fornecedor pode só apontar as cobranças indevidas ou também fazer a contestação. Nos três casos, a decisão de devolver ou creditar é da operadora. |
| Esforço da equipe |
Recorrente, todo mês, e cresce com o número de faturas e de operadoras. |
Recorrente, todo mês: lançar ou importar os dados, manter as fórmulas e analisar as diferenças. |
Maior na implantação (inventário, contratos, acessos). Depois, enviar as faturas, tirar dúvidas e decidir sobre as recomendações. |
| Conhecimento técnico exigido |
Dentro da equipe: contratos, planos, tarifas e o detalhamento de cada operadora. |
O mesmo da equipe interna, mais o de montar e manter a planilha. |
Fica com o fornecedor. A empresa precisa do suficiente para avaliar o fornecedor e decidir sobre as recomendações. |
| Visibilidade de uso por área |
Depende de um sistema próprio ou tarifador e de um cadastro que diga a área de cada linha. |
Possível se cada linha tiver a área anotada, montada à mão a cada mês. Por chamada, fica difícil quando o volume é grande. |
Depende do fornecedor e do inventário: com o cadastro de linhas por área, o uso aparece por departamento. |
| Rateio por centro de custo |
Feito pela equipe, à mão ou pelo sistema próprio, se houver. |
À mão, com fórmulas. Cada linha nova ou mudança de área exige atualizar a planilha. |
Depende do fornecedor: pode vir pronto em relatórios ou seguir para o ERP da empresa. |
| Custo (natureza) |
Salário e encargos das horas dedicadas. Com sistema próprio, também licença ou desenvolvimento e manutenção. |
Horas de quem lança, mantém e analisa. Não exige sistema novo. |
O preço do fornecedor, que pode ser assinatura, percentual sobre os valores recuperados ou os dois, mais as horas internas de implantação e acompanhamento. |
| Dependência de pessoas específicas |
Alta quando o conhecimento está com uma ou duas pessoas. Menor com processo documentado e sistema. |
Alta quando só quem criou a planilha entende as fórmulas. |
Passa para o fornecedor: a empresa depende da continuidade do contrato e da equipe dele. Dentro de casa, de quem responde pelo contrato. |
| Escala com o número de linhas |
O esforço cresce com as linhas e as operadoras. Para manter a conferência, é preciso mais gente ou um sistema. |
Com milhares de chamadas ou muitas faturas, lançar os dados vira o trabalho principal. |
O esforço interno cresce pouco com o número de linhas. O preço pode crescer, conforme o modelo de cobrança do fornecedor. |